domingo, 21 de março de 2010
Novo Catalyst 10.3 Alpha tem grandes ganhos no desempenho de placas ATI
Download
http://sites.amd.com/us/underground/tips/Pages/catalyst-10-3-preview.aspx
Benchmarks
http://www.hardocp.com/article/2010/03/19/amds_ati_catalyst_103a_driver_performance
http://www.legitreviews.com/article/1253/1/
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Novo catalyst 10.3a revela ganhos acima de 10% em muitos jogos e promete fazer o Fermi perder o posto de placa mais potente -que de acordo com boatos seria de 5~10% acima da 5870- antes mesmo do mesmo -fermi- chegar ao mercado.
Os jogos que oficialmente se beneficiaram foram:
Aliens vs. Predator, Battleforge, Call of Duty: World at War, Company of Heroes, Crysis, Crysis Warhead, Devil May Cry 4, DiRT 2, Enemy Territory: Quake Wars, Far Cry 2, Left 4 Dead, Left 4 Dead 2, S.T.A.L.K.E.R., Resident Evil 5, Tom Clancy’s H.A.W.X., World in Conflict e Wolfenstein
Além desses jogos, outros ganharam desempenho, mas não foram citados oficialmente.
Os ganhos estão entre 3 e 15%, dependendo da resolução e do jogo.
O LANÇAMENTO DA VERSÃO FINAL ESTÁ ESPERADO PARA O MESMO DIA DO LANÇAMENTO DO FERMI, OU SEJA, DIA 26!
A relatos extra oficiais em forums especializados de ganhos nas séries 4xxx, mas menores. Nenhum review oficial foi feito com placas 4XXX.
Internet e programação em 3D podem salvar televisão
Até pouco tempo atrás, os televisores estavam destinados a serem varridos pela internet , mas, para satisfação dos fabricantes, é justamente a internet e o sucesso das imagens 3D que permitirão à TV continuar ocupando um lugar de destaque em nossos lares. Continuaremos assistimos TV, mas de outra forma, opinam agora os analistas.
No mercado americano, já existem inúmeras empresas que oferecem equipamentos para acessar a internet na televisão, o que permite assistir confortavelmente em uma tela grande aos conteúdos que a maioria das redes, como Netflix e Hulu, oferecem legalmente na rede. Nesta mesma semana, o Google entrava no mundo da nova televisão com um projeto chamado Google TV.
Segundo fontes ligadas ao projeto citadas pelo jornal The New York Times, o site de buscas se associou com a Sony e com o fabricante de chips informáticos Intel para levar a internet ao salão de nossa casa na nova geração de televisores e adaptadores. Alguns dos atuais televisores permitem o acesso à internet, mas as opções de sites disponíveis são muito limitadas.
Segundo a publicação, o Google pretende abrir sua plataforma, baseada no sistema operacional Android para celulares, a desenvolvedores de softwares de fora da empresa e fomentar a criação de aplicativos para essa nova forma de acessar a internet, algo ao que já fez com Android e o que a Apple fez com o iPhone.
Se cada vez mais gente acessar a internet através de seus televisores, o Google quer garantir que todos os seus serviços e páginas são acessíveis. "O Google quer estar em todos os lugares onde há internet para lá colocar seus anúncios", afirma uma pessoa próxima ao projeto e citada pelo diário.
A plataforma, que não foi confirmada ainda por nenhuma das empresas participantes, se basearia nos chips Atom fabricados pela Intel e incluiria a colaboração da Logitech, uma empresa especializada na fabricação de controles remotos, alguns deles com teclado. Mas, se não conseguirem que todos nós acabemos acessando Orkut, Facebook e Youtube nas telas de nossos televisores, os gigantes da indústria eletrônica têm outra importante carta na manga: o sucesso das imagens em 3D.
Custos
As televisões que transmitem imagens em três dimensões custam em torno de US$ 3 mil, requerem o uso de óculos especiais e ainda contam com poucos conteúdos em 3D. No entanto, os analistas preveem um grande sucesso para essa tecnologia. A Sony assegurou, inclusive, que metade dos televisores vendidos dentro de três anos serão 3D.
Todos os grandes fabricantes - Sony, Panasonic, Samsung, LG - já vendem aparelhos 3D no mercado ou planejam disponibilizá-los antes do meio do ano, para chegar a tempo da Copa do Mundo que, pela primeira vez na história, serão transmitidos também em três dimensões.
Cinema
O êxito do 3D chegou ao mercado pelas mãos do cinema a partir de filmes como "Avatar" e "Era do Gelo 3", mas se espera que o leque de conteúdos para televisão nessa tecnologia abranja no futuro muitos outros gêneros e possa se ampliar também ao mundo dos videogames. As televisões, portanto, devem transmitir programações em 3D em um futuro não muito distante, mas alguns analistas não descartam que a tecnologia possa ser prejudicial para a visão.
Martin Banks, professor de Oftalmologia da Universidade de Berkeley (Califórnia, EUA), publicou recentemente um estudo sobre o que ele denomina "fadiga do 3D", assegurando que, em muitas ocasiões, ver conteúdos em três dimensões pode provocar dores de cabeça, visão confusa e cansaço. Segundo Banks, a tecnologia 3D viola as normas de percepção às quais nossos olhos e nosso cérebro estão acostumados e nos obriga a fixar nossa visão simultaneamente nas imagens do fundo e nas mais próximas, o que provoca fadiga visual.
No entanto, conscientes do problema, alguns cineastas realizaram seus filmes levando em conta esse efeito. É o caso de "Avatar", na qual em cada cena o diretor faz com que nossa visão se fixe em apenas um objeto, evitando a fadiga, assegura Banks.
Fonte: Tecnologia/Terra
No mercado americano, já existem inúmeras empresas que oferecem equipamentos para acessar a internet na televisão, o que permite assistir confortavelmente em uma tela grande aos conteúdos que a maioria das redes, como Netflix e Hulu, oferecem legalmente na rede. Nesta mesma semana, o Google entrava no mundo da nova televisão com um projeto chamado Google TV.
Segundo fontes ligadas ao projeto citadas pelo jornal The New York Times, o site de buscas se associou com a Sony e com o fabricante de chips informáticos Intel para levar a internet ao salão de nossa casa na nova geração de televisores e adaptadores. Alguns dos atuais televisores permitem o acesso à internet, mas as opções de sites disponíveis são muito limitadas.
Segundo a publicação, o Google pretende abrir sua plataforma, baseada no sistema operacional Android para celulares, a desenvolvedores de softwares de fora da empresa e fomentar a criação de aplicativos para essa nova forma de acessar a internet, algo ao que já fez com Android e o que a Apple fez com o iPhone.
Se cada vez mais gente acessar a internet através de seus televisores, o Google quer garantir que todos os seus serviços e páginas são acessíveis. "O Google quer estar em todos os lugares onde há internet para lá colocar seus anúncios", afirma uma pessoa próxima ao projeto e citada pelo diário.
A plataforma, que não foi confirmada ainda por nenhuma das empresas participantes, se basearia nos chips Atom fabricados pela Intel e incluiria a colaboração da Logitech, uma empresa especializada na fabricação de controles remotos, alguns deles com teclado. Mas, se não conseguirem que todos nós acabemos acessando Orkut, Facebook e Youtube nas telas de nossos televisores, os gigantes da indústria eletrônica têm outra importante carta na manga: o sucesso das imagens em 3D.
Custos
As televisões que transmitem imagens em três dimensões custam em torno de US$ 3 mil, requerem o uso de óculos especiais e ainda contam com poucos conteúdos em 3D. No entanto, os analistas preveem um grande sucesso para essa tecnologia. A Sony assegurou, inclusive, que metade dos televisores vendidos dentro de três anos serão 3D.
Todos os grandes fabricantes - Sony, Panasonic, Samsung, LG - já vendem aparelhos 3D no mercado ou planejam disponibilizá-los antes do meio do ano, para chegar a tempo da Copa do Mundo que, pela primeira vez na história, serão transmitidos também em três dimensões.
Cinema
O êxito do 3D chegou ao mercado pelas mãos do cinema a partir de filmes como "Avatar" e "Era do Gelo 3", mas se espera que o leque de conteúdos para televisão nessa tecnologia abranja no futuro muitos outros gêneros e possa se ampliar também ao mundo dos videogames. As televisões, portanto, devem transmitir programações em 3D em um futuro não muito distante, mas alguns analistas não descartam que a tecnologia possa ser prejudicial para a visão.
Martin Banks, professor de Oftalmologia da Universidade de Berkeley (Califórnia, EUA), publicou recentemente um estudo sobre o que ele denomina "fadiga do 3D", assegurando que, em muitas ocasiões, ver conteúdos em três dimensões pode provocar dores de cabeça, visão confusa e cansaço. Segundo Banks, a tecnologia 3D viola as normas de percepção às quais nossos olhos e nosso cérebro estão acostumados e nos obriga a fixar nossa visão simultaneamente nas imagens do fundo e nas mais próximas, o que provoca fadiga visual.
No entanto, conscientes do problema, alguns cineastas realizaram seus filmes levando em conta esse efeito. É o caso de "Avatar", na qual em cada cena o diretor faz com que nossa visão se fixe em apenas um objeto, evitando a fadiga, assegura Banks.
Fonte: Tecnologia/Terra
Chip implantado em retina recupera visão de pacientes
Cientistas da Alemanha conseguiram implantar um chip capaz de recuperar a visão de pacientes.
Sete pessoas que perderam a visão devido à retinite pigmentosa - uma doença genética que ataca a retina causando a destruição progressiva de células - receberam o implante de um chip de três milímetros através de cirurgia. Segundo o site MedGadget, em nenhum dos pacientes houve rejeição ou complicações.
"Quando o microchip foi ligado, eu imediatamente me tornei capaz de distinguir luz da escuridão e a ver os contornos de objetos", diz um paciente, um finlandês de 45 anos, no comunicado à imprensa distribuído pela empresa Retinal Implant AG, que faz pesquisas de tecnologia em medicina. Desde os 16 anos ele teve problemas de visão até que aos 32 anos sua condição se deteriorou.
"Minha visão melhorou dramaticamente. Eu me tornei capaz de distinguir entre letras e palavras e entre uma faca, uma colher e um garfo".
De acordo com a empresa, o implante foi removido dos pacientes, seguindo um protocolo, após um prazo de um a três meses, mas um deles se recusou a aceitar nova cirurgia e o carrega há quatro anos. Os resultados da pesquisa deverão ser apresentados no dia 3 de maio, no encontro anual da Associação para a Pesquisa em Visão e Oftalmologia, em Fort Lauderdale, Flórida, nos Estados Unidos.
Ainda que se trate de uma técnica nova e que se só funcione com pacientes que perderam a visão progressivamente, a pesquisa, afirmou o site Engadget, é mais um passo para o uso de chips de computadores para recuperar - e aperfeiçoar - a visão humana.
Fonte: Tecnologia/Terra
Sete pessoas que perderam a visão devido à retinite pigmentosa - uma doença genética que ataca a retina causando a destruição progressiva de células - receberam o implante de um chip de três milímetros através de cirurgia. Segundo o site MedGadget, em nenhum dos pacientes houve rejeição ou complicações.
"Quando o microchip foi ligado, eu imediatamente me tornei capaz de distinguir luz da escuridão e a ver os contornos de objetos", diz um paciente, um finlandês de 45 anos, no comunicado à imprensa distribuído pela empresa Retinal Implant AG, que faz pesquisas de tecnologia em medicina. Desde os 16 anos ele teve problemas de visão até que aos 32 anos sua condição se deteriorou.
"Minha visão melhorou dramaticamente. Eu me tornei capaz de distinguir entre letras e palavras e entre uma faca, uma colher e um garfo".
De acordo com a empresa, o implante foi removido dos pacientes, seguindo um protocolo, após um prazo de um a três meses, mas um deles se recusou a aceitar nova cirurgia e o carrega há quatro anos. Os resultados da pesquisa deverão ser apresentados no dia 3 de maio, no encontro anual da Associação para a Pesquisa em Visão e Oftalmologia, em Fort Lauderdale, Flórida, nos Estados Unidos.
Ainda que se trate de uma técnica nova e que se só funcione com pacientes que perderam a visão progressivamente, a pesquisa, afirmou o site Engadget, é mais um passo para o uso de chips de computadores para recuperar - e aperfeiçoar - a visão humana.
Fonte: Tecnologia/Terra
Windows XP terá problemas de compatibilidade com novos HDs
Os SSD (Discos de Estado Sólido) podem ser a onda do momento em matéria de armazenamento, mas a indústria de storage continua a investir pesado no armazenamento magnético (hard-disk).
Uma dos recentes aperfeiçoamentos é a migração para o padrão 4096 bytes de tamanho de setor, que permite um novo tipo de formato (Advanced Format Drives) com menos desperdício de espaço e também superar os limites atuais de 2TB de capacidade de armazenamento de alguns sistemas operacionais.
O padrão adotado pela indústria de storage nos últimos 30 anos é o tamanho de setor de 512bytes. Basicamente, todos os dados armazenados em um hard-disk são quebrados em unidades de 512bytes. Cada unidade de 512bytes exige espaço físico adicional no disco para marcar o começo e o fim de cada segmento, sistemas de correção de erros e unidades de separação. Esse desperdício de espaço, que não era tão problemático quando as medidas de armazenamento eram dadas em Mbytes, tornou-se inaceitável com hard-disks com capacidade superior a 1TByte.
Data final de migração para o novo formato: janeiro de 2011
Para solucionar o problema, um novo padrão foi estabelecido pela indústria, com tamanho de setor de 4096 bytes (oito vezes maior que o padrão atual), o reduz em muito o desperdício de espaço e amplia a área de armazenamento útil do HD. Até janeiro de 2011, todos os fabricantes de hard-disks já terão migrado todos os seus produtos para o novo formato.
O problema é que o sistema operacional precisa ser capaz de reconhecer esse novo formato. Usuários de Windows Vista e Windows 7, Mac OSX 10.4 ou superior, e Linux com realeses de kernel posteriores a setembro de 2009 não precisam se preocupar. Entretanto, usuários do Windows XP podem encontrar problemas caso resolvam instalar um HD com o novo formato.
Para ser compatível, o Windows XP trabalhará com uma camada de emulação que fará com que os novos setores de 4096 bytes apareçam como um conjunto de unidades de 512bytes. Essa solução não trará maiores prejuízos na velocidade de leitura dos dados, mas poderá levar a redução de até 10% na velocidade de escrita, o que pode ser um grande problema para quem trabalha com aplicações intensivas em gravação em disco, como edição de vídeo, por exemplo.
Sendo assim, se você planeja montar uma nova máquina baseada no Windows XP no futuro próximo, é recomendável comprar o hard-disk já. Ou então, considerar a migração para o Windows 7.
Fonte: Noticiastecnologicas
Uma dos recentes aperfeiçoamentos é a migração para o padrão 4096 bytes de tamanho de setor, que permite um novo tipo de formato (Advanced Format Drives) com menos desperdício de espaço e também superar os limites atuais de 2TB de capacidade de armazenamento de alguns sistemas operacionais.
O padrão adotado pela indústria de storage nos últimos 30 anos é o tamanho de setor de 512bytes. Basicamente, todos os dados armazenados em um hard-disk são quebrados em unidades de 512bytes. Cada unidade de 512bytes exige espaço físico adicional no disco para marcar o começo e o fim de cada segmento, sistemas de correção de erros e unidades de separação. Esse desperdício de espaço, que não era tão problemático quando as medidas de armazenamento eram dadas em Mbytes, tornou-se inaceitável com hard-disks com capacidade superior a 1TByte.
Data final de migração para o novo formato: janeiro de 2011
Para solucionar o problema, um novo padrão foi estabelecido pela indústria, com tamanho de setor de 4096 bytes (oito vezes maior que o padrão atual), o reduz em muito o desperdício de espaço e amplia a área de armazenamento útil do HD. Até janeiro de 2011, todos os fabricantes de hard-disks já terão migrado todos os seus produtos para o novo formato.
O problema é que o sistema operacional precisa ser capaz de reconhecer esse novo formato. Usuários de Windows Vista e Windows 7, Mac OSX 10.4 ou superior, e Linux com realeses de kernel posteriores a setembro de 2009 não precisam se preocupar. Entretanto, usuários do Windows XP podem encontrar problemas caso resolvam instalar um HD com o novo formato.
Para ser compatível, o Windows XP trabalhará com uma camada de emulação que fará com que os novos setores de 4096 bytes apareçam como um conjunto de unidades de 512bytes. Essa solução não trará maiores prejuízos na velocidade de leitura dos dados, mas poderá levar a redução de até 10% na velocidade de escrita, o que pode ser um grande problema para quem trabalha com aplicações intensivas em gravação em disco, como edição de vídeo, por exemplo.
Sendo assim, se você planeja montar uma nova máquina baseada no Windows XP no futuro próximo, é recomendável comprar o hard-disk já. Ou então, considerar a migração para o Windows 7.
Fonte: Noticiastecnologicas
Pulseira permite recarregar bateria de celular e videogame portátil
'Bracer of Battery Life +2' é um carregador universal de pulso.
Acessório serve para dar carga em vários gadgets e custa US$ 35.
O ‘Bracer of Battery Life +2’ é um carregador universal de pulso que permite ao usuário recarregar uma série de aparelhos eletrônicos, bastando conectá-lo à porta USB mais próxima. Com ele, é possível recarregar a bateria de celulares, MP3 players e até mesmo videogames portáteis.
A pulseira sinaliza quatro níveis de potência com indicadores LED e vem com nove adaptadores para iPhone, Nintendo Dsi e Sony PSP, entre outros. À venda no ‘ThinkGeek’, site especializado em produtos para os fãs de tecnologia, por US$ 35.
Acessório serve para dar carga em vários gadgets e custa US$ 35.
O ‘Bracer of Battery Life +2’ é um carregador universal de pulso que permite ao usuário recarregar uma série de aparelhos eletrônicos, bastando conectá-lo à porta USB mais próxima. Com ele, é possível recarregar a bateria de celulares, MP3 players e até mesmo videogames portáteis.
A pulseira sinaliza quatro níveis de potência com indicadores LED e vem com nove adaptadores para iPhone, Nintendo Dsi e Sony PSP, entre outros. À venda no ‘ThinkGeek’, site especializado em produtos para os fãs de tecnologia, por US$ 35.
Fonte: G1/Globo
sábado, 6 de março de 2010
Bug em driver pode queimar placas de vídeo
De acordo com diversos sites na web, o driver de vídeo GeForce 196.75 WHQL lançado recentemente pela NVIDIA possui um bug que tem causado problemas para diversos usuários que chegaram a ter suas placas de vídeo queimadas por causa disso.
Em casos mais extremos, o problema causou a queima da placa de vídeo, placa-mãe e processador de alguns computadores.
A NVIDIA já removeu o driver de seu site e está investigando o problema. A empresa pediu para todos os usuários que removam o driver problemático e instalem uma versão anterior até que o problema seja resolvido.
Até que novos drivers sejam lançados a empresa recomenda a instalação da versão 196.21 WHQL, que disponível nos links abaixo:
Download NVIDIA GeForce 196.21 WHQL (Windows 7/Vista)
http://www.nvidia.com/object/win7_winvista_32bit_196.21_whql.html
Download NVIDIA GeForce 196.21 WHQL (Windows 7/Vista x64)
http://www.nvidia.com/object/win7_winvista_64bit_196.21_whql.html
Postei essa news aqui para alertar os usuários que instalaram o driver 169.75, por favor não começem com brigas de fan-boys.
Em casos mais extremos, o problema causou a queima da placa de vídeo, placa-mãe e processador de alguns computadores.
A NVIDIA já removeu o driver de seu site e está investigando o problema. A empresa pediu para todos os usuários que removam o driver problemático e instalem uma versão anterior até que o problema seja resolvido.
Até que novos drivers sejam lançados a empresa recomenda a instalação da versão 196.21 WHQL, que disponível nos links abaixo:
Download NVIDIA GeForce 196.21 WHQL (Windows 7/Vista)
http://www.nvidia.com/object/win7_winvista_32bit_196.21_whql.html
Download NVIDIA GeForce 196.21 WHQL (Windows 7/Vista x64)
http://www.nvidia.com/object/win7_winvista_64bit_196.21_whql.html
Postei essa news aqui para alertar os usuários que instalaram o driver 169.75, por favor não começem com brigas de fan-boys.
Fonte: Baboo
Tem Mais Pessoas Jogando Bad Company 2 No PC Do Que Nos 2 Consoles
Atualmente, os jogos multiplataforma tendem a ser dominados pelos jogadores de console. Modern Warfare 2, por exemplo, tem uma relativamente pequena comunidade de jogadores desse título no PC. Entretanto, o mesmo não está acontecendo para Battlefield Bad Company 2!
O produtor associado da DICE, Barrie Tingle, revelou que até esse momento, durante a semana de lançamento do jogo no varejo, mais pessoas estão jogando Bad Company 2 no PC do que nas duas versões para console.
Pelo jeito, Bad Company 2 continua sendo uma franquia com o lar espiritual nos PCs. É bom ver que nem todos abandonaram os bons e velhos mouse e teclado, em favor do sofá e de um Dualshock 3.
Fonte: Kotaku
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